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Consultório Albert Einstein
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Dr. Sergio Araujo
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Perguntas e respostas úteis

RESPOSTA:
 

Olá. Bem, a idade isoladamente não deve mais ser tomada como critério único e suficiente para indicar a cirurgia. Já há algum consenso sobre isso. Sua pouca idade indica apenas que estatisticamente você, se comparado a um indivíduo mais velho, tem maior risco de desenvolver uma nova crise. O conceito de que indivíduos mais jovens tem maior risco de ter cirses mais graves hoje parece carecer de fundamento. Embora sim, a cirurgia seja excelente para a prevenção de novas crises de diverticulite (afinal é disso que estamos tratando aqui, uma vez que sua crise já resolveu após uma internação) sobretudo porque pode ser adequadamente realizada empregando uma técnica minimamente invasiva (a videocirurgia), ela não é isenta de complicações. O que usamos hoje para definir se um paciente que teve uma ou mais crises de diverticulite se beneficia de uma cirurgia preventiva são: 1. A intensidade da crise que você teve (documentada pela necessidade de internação e também pelos achados na tomografia); e, 2. Se você tem sintomas abdominais mesmo quando não está em crise. Isso precisa ser reavaliado pelo especialista que te assiste.

RESPOSTA:
 

Boa noite. Após ler sua dúvida, devemos focar na possibilidade de você ainda ter endometriose, no fato de que qualquer cirurgia pélvica gera aderências, e no fato de sua constipação ter piorado após a cirurgia. Você precisa realizar uma nova avaliação ginecológica para descartar a possibilidade de endometriose. Aderências sempre se formam após qualquer cirurgia. Não acredito que elas possam ser a causa da dor que você tem. Você deve pensar em endometriose e constipaçãoo. Infelizmente, a realização da histerectomia pode ter piorado a constipação. Gases e distensão abdominal fazem parte da síndrome da constipação. Portanto recomendo a você descartar endometriose e tratar a constipaçãoo com um proctologista de sua confiançaa. Se o tratamento da constipação diminuir a dor e os gases, teremos acertado. Creio também que você deverá utilizar laxantes para tratar a constipação. Não os laxantes formadores de bolo fecal que irão aumentar sua sensaçãoo de gases mais sim laxantes osmóticos.​

RESPOSTA:
 

Boa noite. Bem, as peles saindo pelo ânus podem ser hemorroidas ou plicomas anais. Se estão incomodando ou atrapalhando a higiene, o tratamento é o mesmo: cirurgia. Sim, você pode operar. Quanto ao sangramento, ele merece investigação com médico proctologista. A critério dele você fará a retossigmoidoscopia e eventualmente uma colonoscopia. O objetivo da colonoscopia é descartar uma causa de sangramento anal não relacionada a doença no ânus, como um pólipo, por exemplo. Com relação à cirurgia de congelamento de hemorroidas, sim, você pode faze-la. Há alguns proctologistas com boa experiência com essa modalidade de tratamento. No entanto, a evidência científica sobre a eficácia desse tratamento seja discutível o que leva a maioria das sociedades de especialidade no mundo não mais considerar essa modalidade de tratamento conservador uma modalidade válida.

RESPOSTA:
 

A apresentação da doença de Crohn de localização ileocecal, isto é, no íleo terminal e no ceco, imitando uma apendicite aguda é bastante conhecida. Muitas vezes, em algumas situações fica difícil diferenciar entre as duas condições e somente uma alto índice de suspeita e o seguimento do paciente nos permite realizar o diagnóstico precoce da doença de Crohn, o que é muito importante. A sua segunda cirurgia, muito provavelmente foi a remoção do íleo terminal e do ceco, acometidos pela doença. Sim, eu concordo com a indicação do uso da Azatioprina no seu caso. Embora seja necessário conhecer outras variáveis do seu caso como idade, outras doenças e pesquisar por outras localizações da doença de Crohn. Outro aspecto importante é que a azatioprina é um imunossupressor associado a alguma toxicidade. Você tomará azatioprina pelo tempo em que ela for eficaz. Isso significa que se ela manter a doença sem atividade e sem efeitos colaterais, você continuará utilizando. Anemia, hepatite e pancreatite podem ocorrer e exame de sangue são necessários com alguma periodicidade. Você deve também conhecer o risco de desenvolver algumas infecções e linfoma. Esse risco é muito baixo porém deve ser de seu conhecimento. Quanto à dor abdominal, isso exige uma investigação diagnóstica completa. Procure com brevidade seu médico e solicite a ele que faça isso. Essa investigação deverá incluir exames de sangue, colonoscopia e tomografia de abdome.​

RESPOSTA:
 

Bem, antes de mais nada você precisa de uma avaliaçãoo proctológica completa. Uma fissura anal residual ou pequena já que você sente um ardido. Outra coisa é que é importante verificar se não estamos lidando com outra doença como um pólipo retal que possa estar sangrando. Aparentemente não, pois o sangramento ocorre durante a higiene anal. De qualquer forma é importante verificar se você se submeteu a uma colonoscopia antes de se operar. A chance de ser uma manifestação de doença hemorroidária existe mas é pequena uma vez que a hemorroidectomia é a opção mais eficaz para o tratamento da doença hemorroidária, sobretudo se você operou com um especialista experiente. Você poderá ser submetido a ligadura elástica sim. Se for o caso de pequenas hemorroidas internas serem identificadas.

RESPOSTA:
 

Boa noite. Pois bem, essa não é uma ocorrência incomum. Quando o médico colonoscopista identifica um pólipo durante a colonoscopia e esse pólipo é passível de ressecção endoscópica (não existe nenhuma contraindicação relacionada ao paciente ou à lesão que impeçam a polipectomia), ele deve faze-lo. Porém, a ausência de condições de tratar do paciente em um caso de complicação secundária à retirada do pólipo podem levar o médico também a não fazer o procedimento. As principais complicações associadas à remoção de pólipos do intestino grosso durante a colonoscopia são o sangramento e a perfuração. São complicações raras e sua ocorrência depende de algumas variáveis como o tamanho do pólipo, sua localização e técnica da polipectomia. Se o médico que realizou seu exame avaliou a situação e entendeu que você deveria fazer uma nova colonoscopia para retirar o pólipo em um hospital, em última análise, ele zelou por você, mesmo você tendo que repetir o preparo e pedir mais um dia de licença no seu trabalho. Da próxima vez, peça uma indicação de médico ou local para realizar o exame para o especialista que indicou a realização da colonoscopia. Quanto à necessidade de cirurgia para remover alguns pólipos, isso ocorre mais frequentemente para os pólipos grandes, quando a remoção endoscópica está associada a um grande risco de ser incompleta, ou ainda associada a um grande risco de complicação. Uma outra indicaçãoo de operar é quando há evidências de que o pólipo é na realidade um câncer ou abriga um câncer. Nessas situações, a cirurgia a ser realizada é a remoção do segmento que abriga o pólipo cirurgicamente e preferencialmente através da videolaparoscopia.​

RESPOSTA:
 

Se seu marido NÃO foi submetido a quimio e radioterapia antes da cirurgia, talvez esta seja uma opção ANTES de submete-lo a uma nova cirurgia.
Não que ela não venha a ser necessária.
Mas é que, face à recidiva, a radioterapia deverá ser empregada.
Sendo então necessária, melhor para o paciente faze-la ANTES de uma nova cirurgia OK?
Já com relação à necesidade de uma colostomia definitiva, tudo depende do tamanho e da localização da recidiva.
Se a anastomose está distante do ânus, a cirurgia de resgate (novamente, APÓS radioterapia) não precis incluir o ânus. Dessa forma teoricamente é possível fazer uma nova anastomose, preservar o ânus e proteger temporariamente essa anastomose com uma ILEOSTOMIA temporária.
Caso a recidiva seja grande em uma anastomose muito próxima ao ânus, vale o contrário: seria necessário remover o ânus a fim de garantir uma cirurgia verdadeiramente radical.

RESPOSTA:
 

Sua mãe teve um câncer de intestino tratado endoscopicamente.
Quando isso ocorre, o risco é o de haver metastáses linfonodais.
Isso significa que as células malignas deixaram as camadas da parede intestinal e atingiram via linfáticos, estruturas distantes do intestino chamadas de linfonodos, antigamente chamadas de gânglios linfáticos!
Se nós estimarmos que o risco de que isso ocorra é alto, ela precisa remover cirurgicamente o segmento do intestino que abrigava o pólipo.
E isso é melhor feito hoje em dia por videolaparoscopia.
Somente um coloproctologista ou um cirurgião especializado poderá levar em conta os resultados de biópsia e o risco cirúrgico para decidir adequadamente se será necessária uma operação ou não para garantir a radicalidade do tratamento.
No caso de não se decidir por nova operação, sim, será necessária uma nova colonoscopia em pelo menos 3 meses.​

RESPOSTA:
 

O diagnóstico agora é o de uma FÍSTULA anal.
Que é a evolução da maioria dos casos de abscesso anal.
O abscesso é a fase aguda da doença. A fístula é a fase crônica.
O que ocorre é que o pertuito até a pele que a comunica com o interior do reto e que serviu de caminho ao pus na fase aguda não se fecha espontaneamente quase nunca.
E o resultado é que é necessária uma cirurgia para corrigi-lo.
Toda fístula é de tratamento cirúrgico.
Não é que o abscesso voltou…é a evolução natural da coisa.
Quanto ao tratamento cirúrgico da fístula, sim, ele está indicado. Mas você deve procurar um bom especialista pois existem cuidados que devem ser tomados objetivando conseguir bons resultados no que se refere a cura da doença e à manutenção da perfeita continência anal (capacidade de segurar as fezese gases).
Você precisa retornar ao proctologista de sua confiança para que ele confirme o diagnóstico e indique a cirurgia.

RESPOSTA:
 

Não há remédio.
A minoria dos pacientes evolui com constipação.
Não existe uma causa conhecida mas entende-se que idade e constipação intestinal contribuem para o aparecimento dos divertículos do intestino grosso.
O objetivo do tratamento clínico é evitar a constipação através de uma dieta de fibras, legumes verduras, cereais e água.
Se possível, alguma atividade física após avaliação médica certamente ajuda.
Não há necessidade de cirurgia, somente na complicação, a diverticulite ou o sangramento.
Ambos são raros para quem nunca sentiu nada.​

RESPOSTA:
 

Pois bem, nessa localização muito provavelmente o tratamento deverá envolver radio e quimioterapia.
É necessário confirmar o estadiamento através de uma ressonância magnética.
Com relação a se ele vai tolerar o trtaamento, depende de avaliação especializada antes da indicação do tratamento.
É razoável supor que se o tratamento foi indicado em conjunto pelo cirurgião, radioterapeuta e oncologista, provavelmente seu paciente reúne condições.
Sim, é claro que há possibilidade de cura.
Atenciosamente e obrigado pelo email.

RESPOSTA:
 

Importante verificar que já houve drenagem de pus, correto?
Se já drenou, tanto melhor.
O que vc parece precisar é de um bom exame local feito por um bom especialista.
Se vc está com febre, isso não é muito bom.
Outra coisa que não é boa é a pele avermelhada ao redor da drenagem. Se estiver assim, isso indica celulite (processo infeccioso da pele e do tecido subcutâneo ao redor da loja). E aí é necessário avaliar se a drenagem está adequada ou se é necessário complementa-la. Por isso a necessidade de ir a um bopm especialista com alguma pressa.
Examinar bem o local e eventualmente ampliar a drenagem sob sedação pode ser uma opção, OK?
Atenciosamente e obrigado pelo email.​

RESPOSTA:
 

Há outras alternativas para poder examinar os segmentos de intestino grosso que não puderam ser examinados.
Inclusive repetir o exame.
O fato de o exame ter sido incompleto não significa doença alguma e portanto você não deve se preocupar desde que tenha sido submetida a exame em um local adequado e por médico experiente.
O próximo passo é decidir com o médico especialista de sua confiança qual exame fazer.
As outras opções são a colonoscopia virtual e o enema opaco. O primeiro significa realizar uma tomografia com preparo de intestino e insuflação de ar no interior do intestino durante o exame. O segundo é uma radiografia contrastada do cólon e do reto após introdução de um meio de contraste no interior do reto.
Atenciosamente e obrigado pelo email.

RESPOSTA:
 

O pós-operatório de uma cirurgia de colectomia total com preservação do reto depende de algumas coisas.
A principal é a idade e a função do ânus.
O pós-operatório imediato, sendo a cirurgia feita por videolaparoscopia, que é a nossa prática usual, é relativamente tranquilo. A cirurgia demora umas 3 noras e o paciente fica internado uns 5 dias.
A dor é pouca e na nossa experiência o risco de infecção é muito baixo.
É muito difícil dizer quantas vezes o paciente vai evacuar.
No início, muitas, mais tarde algo entre 3 e 6 evacuações por dia mas é difícil precisar.
O importante é que se o ânus estiver OK, não haverá incontinência, issso é, a perda involuntária de fezes. E podemos lançar mão de remédios para diminuir o número de evacuações se isso for necessário.
Atenciosamente.​

RESPOSTA:
 

Sim.
Acho que o caso deve ser provavelmente cirúrgico.
Cabe comprovar o diagnóstico e avaliar o grau de hipertonia anal numa consulta com proctologista de sua confiança.
Se você tem evacuado corretamente, parece-me que vc é candidata a cirurgia sim. E com bons resultados.
Atenciosamente.

RESPOSTA:
 

A diverticulite é uma doença adquirida, não é hereditária, embra às vezes ocorra em pacientes muito jovens. Sobretudo nesses pacientes nós não sabemos qual é a causa. Portanto se acredita em um componente de origem genética.
O tratamento cirúrgico da diverticulite é a retirada do cólon sigmóide que é feita por videolaparoscopia.
A complicação pós-operatória importante mais frequente é a infecção mas esse risco nas operações eletivas é hoje muito baixo.
Após a cirurgia, a duração da internação pode ser de somente 3 a 4 dias sobretudo de a operação for realizada por vídeo, que é a nossa rotina.
A principal medicação de uso rotineiro no pós-operatório é o analgésico por via oral.
Atenciosamente e obrigado pelo email.​

RESPOSTA:
 

Após a cirurgia de hemorróidas, o paciente é instruído a levar vida normal.
Geralmente pedimos que passe alguns dias em casa sem trabalhar até que se sinta disposto a faze-lo.
Esse período em casa é muito variável, mas dura em geral cinco dias.
Em casa o paciente é orientado a aumentar a ingesta de fibras (legumes, verduras e cereais) e ingerir mais líquidos.
A atividade física deve ser suspensa por cerca de 10 dias mas é possível caminhar meia hora por dia.
Para evacuar, o paciente vai ao banheiro normalmente porém pedimos para que tome banho após evacuar.
Um absorvente higiênico feminino pequeno pode ser usado para colher qualquer secreção (que ocorre normalmente) durante alguns dias e evitar a sujidade nas vestes.
Analgésicos, antiinflamatórios e laxantes são normalmente prescritos. Antibióticos podem ser receitados em alguns casos. Pedimos que o paciente não deixe de tomar nenhum remédio prescrito durante sua recuperação.
Não há necessidade de retirar pontos nem de curativos.
Atenciosamente e obrigado pelo email

RESPOSTA:
 

As complicações após a ligadura elástica para o tratamento das hemorróidas são raras. Isso torna a ligadura elástica uma excelente opção inicial de intervenção em consultório uma vez que não requer preparo ou sedação.

A principal complicação imediata é a dor. Esta ocorre imediatamente ou alguns minutos após a aplicação da banda elástica. A maioria dos casos de dor após ligadura elástica casos pode ser tratada medicamentosamente uma vez que a dor melhora após alguns minutos e após a administração de analgésicos ou antiinflamatórios por vias sublingual, intramuscular ou intravenosa. Raramente, a dor pós-ligadura elástica motiva a necessidade de retirada da banda.

As principais complicações tardias da ligadura elástica são o sangramento e a infecção.
O sangramento pode ocorrer a qualquer momento entre o quinto e o sétimo dias após a aplicação da ligadura elástica. Ele ocorre de forma indolor. Decorre mais frequentemente da necrose do mamilo hemorroidário ligado e o desprendimento de uma escara hemática que leva ao sangramento.

A infecção representa uma complicação rara após a ligadura elástica porém potencialmente grave. Os pacientes com risco aumentado de infecção são os diabéticos e os imunocomprometidos (portadores de infecções, em tratamento oncológicos ou em uso de corticoides ou imunossupressores). Portanto essas condições representam contraindicações relativas ao emprego da ligadura elástica pois influem também na resposta do paciente ao aparecimento do processo infeccioso.

RESPOSTA:
 

As chances de cura e a sobrevida após o tratamento são maiores quando o câncer do intestino é diagnosticado na ausência de sintomas mais frequentemente por um método de rastreamento como a pesquisa de sangue oculto nas fezes, a retossigmoidoscopia ou a colonoscopia.

O câncer do intestino diagnosticado em sua fase inicial de crescimento é mais frequentemente menor, com menor risco de invasão de órgãos vizinhos e também associado a menor risco de aparecimento de metástases (disseminação do tumor maligno para órgãos a distância por meio da migração de células malignas pela corrente sanguínea e implantação destas) quer seja por ocasião do diagnóstico inicial, quer seja durante o tratamento ou seguimento

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