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Bolsite / Pouchitis

A bolsite ou processo inflamatório inespecífico (de causa ainda desconhecida) do reservatório ileal empregado no tratamento cirúrgico da retocolite ulcerativa é uma complicações tardia relativamente comum.

É tratada com sucesso pelo emprego de antibióticos na maioria das vezes.

Os fatores de risco conhecidos para o aparecimento de aboliste são as manifestações extraintestinais no preparatório e o diagnóstico de colangite esclerosantes primária associada à colite.

Os principais sintomas são cólicas abdominais, aumento do número de evacuações e febre.

A endoscopia da bolsa com obtenção de biópsias confirma o diagnóstico.

Retocolite ulcerativa complicada por câncer do reto

No presente vídeo, demonstra-se o diagnóstico endoscópico do câncer do reto (adenocarcinoma) em paciente portador de colite esquerda (RCUI) de longa evolução.

Características do adenocarcinoma do intestino grosso na retocolite ulcerativa

Características do adenocarcinoma do intestino grosso na retocolite ulcerativa

Multifocalidade, malignização (infiltração da submucosa a partir da mucosa lisa, idade jovem e dificuldade para o diagnóstico são características do adenocarcinoma do intestino grosso que complica paciente com retocolite ulcerativa de longa evolução, geralmente na forma de pancolite.

RISCO DE MALIGNIZAÇÃO DA COLITE EM PACIENTES COM RETOCOLITE ULCERATIVA

RISCO DE MALIGNIZAÇÃO DA COLITE EM PACIENTES COM RETOCOLITE ULCERATIVA

Os fatores de risco mais importantes para o aparecimento do câncer colorretal em pacientes com retocolite ulcerativa de longa evolução são:
1. aparecimento da doença em idade jovem
2. acometimento de todo o cólon
3. antecedente familiar de câncer colorretal, e
4. antecedente pessoal de colangite esclerosante.

Saiba mais em: http://www.colorretal.com.br/tratamento/retocolite-ulcerativa/

Ressecção endoscópica transanal microcirúrgica de adenoma do reto empregando sutura barbada

No presente vídeo, demonstra-se a realização de uma operação de ressecção endoscópica transanal microcirúrgica de adenoma tipo LST (lateral spreading tumor) do reto.
Para o rápido e efciente fechamento da ferida operatória, empregou-se sutura barbada. Esse tipo de fio prescinde da realização de nós para o travamento da sutura e manutenção da ferida operatória fechada conforme necessário com as suturas convencionais.
A realização de nos é um tempo operatório que se encontra dificultado durante as operações com TEO. O emprego desse recurso facilita a realização das ressecções endoscópicas microcirúrgicas e prescinde da utilização de clipes de titânio para o tratamento das suturas.

Sutura barbada

Sutura barbada

 

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FÍSTULA ANORRETAL PELA TÉCNICA DE LIFT

LIGATION OF INTERSPHINCTERIC FISTULA TRACT

 

Hemorroidopexia por Grampeamento (PPH)

Operação realizada em sessão de cirurgias de demonstrativas ao vivo no Curso de Especialização em Coloproctologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

Equipe:

Sergio Eduardo Alonso Araujo (SP)

Antonio Rocco Imperiale (SP)

Debatedor: VIctor Edmond Seid (SP)