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Bolsite após tratamento cirúrgico da retocolite ulcerativa
O tratamento cirúrguco da retocolite ulcerativa quando bem indicado é bastante seguro e eficaz. Permite eliminar a atividade da doença e abolir o risco de câncer.
Nesta operação, todo o intestino grosso, incluindo o reto, é removido cirurgicamente, preferencialmente por vídeo-laparoscopia, e um novo reto é construído e levado ao ânus de forma a preservar a evacuação transanal.
Este novo reto (chamado também de “bolsa” ileal) pode ser acometido por processo inflamatório muito similar à própria doença que levou à necessidade de tratamento cirúrgico.
A endoscopia da bolsa ileal que é mostrada no presente vídeo tem fundamental importância à confirmação diagnóstica, permite a obtenção de biópsias bem como através de um novo exame, acompanhar os resultados do tratamento com medicamentos
Câncer do reto recidivado
A colonoscopia é empregada no acompanhamento de pacientes submetidos a tratamento cirúrgico do câncer do cólon e do reto.
Ainda que não seja o exame adequado ao diagnóstico da recidiva neoplásica, o presente vídeo demonstra o diagnóstico de uma lesão maligna em reto de paciente submetido previamente ao tratamento cirúrgico de câncer localizado no cólon sigmóide.
A utilização do corante de contraste (índigo-carmim) objetiva realçar os limites da lesão maligna bem como inferir sobre sua histologia a partir da observação de baixa mangificação da superfície da lesão.
Como o paciente evoluía com poucos sintomas, a realização de uma nova operação com base no achado à colonoscopia de seguimento permitiu a remoção da lesão identificada no vídeo.
Polipectomia a frio
Neste vídeo, ilustra-se a remoção por colonoscopia de pólipo benigno do intestino grosso. A ressecção foi realizada com sucesso e o pólipo foi encaminhado para o exame microscópico.
Polipectomia de pólipo pediculado grande
Pólipos adenomatosos do cólon e do reto (intestino grosso) repressentam tumores benignos.
São mais comuns após os 50 anos de idade, crescem com o passar do tempo, são em sua maioria assintomáticos podenso apresentar apenas sangramento e uma pequena fração deles evolui para câncer do intestino grosso.
O melhor método para o diagnóstico e remoção dos pólipos do cólon e do reto é a ressecção por endoscopia (polipectomia endoscópica).
No presente vídeo, demonstra-se a técnica empregada para a ressecção de um pólipo pediculado do cólon sigmóide em paciente de 67 anos de idade.
O pólipo foi removido completamente empregando-se uma alça conectada ao bisturi elétrico e foi encaminhado para exame anatomopatológico.
Hemorroidectomia por grampeamento
O principal obstáculo ao tratamento cirúrgico das hemorróidas é a dor pós-operatória. A sociedade Americana de cirurgiões colo-retal estima que 50% de todos os americanos sofrerão de hemorróidas em algum momento de sua vida.
A hemorroidectomia por grampeamento (operação que utiliza um equipamento de sutura cirúrgica mecânica e automático conhecido como “grampeador” PPH, abreviação de Procedimento para Prolapso e Hemorróidas) é uma excelente opção para os pacientes com hemorróidas cujos sintomas não respondem ao tratamento clínico.
A operação realizada com o grampeador:
1. resulta em menor dor pós-operatória
2. proporciona recuperação mais rápida, e
3. não necessita de cuidados locais tais como tampões e banhos de assento.
O presente vídeo ilustra a realização de um procedimento cirúrgico de hemorroidectomia por grampeamento onde se pode notar a introdução do afastador especial no interior do ânus, a realização de uma sutura dita “em bolsa” com o objetivo de delimitar o segmento do reto acima das hemorróidas que será seccionada o grampeado proporcionando o respocionamento das hemorróidas no interior do ânus”, a introdução e disparo do grampeador e o resultado final bem como o tecido retal removido. O procedimento pode ser realizado com anestesia geral, regional (na coluna) ou local e também pode ser realizado com o paciente internado ou não.
Tumor do reto
No presente vídeo, demonstra-se o achado à colonoscopia em paciente com 58 anos de idade e com sintoma de sangramento à evacuação e aumento do número de evacuações nos últimos quatro meses.
Observa-se a presença de uma lesão elevada que tem sua superfície ulcerada e que ocupa pouco menos de um terço da circunferência do reto superior.
A lesão não era acessível ao toque digital do reto feito através do ânus. A colonoscopia com a realização de biópsias é recurso muito últi e de fácil realização para o diagnóstico dos tumores do intestino grosso.
Tratamento cirúrgico da procidência do reto por videolaparoscopia
A procidência ou prolapso de espessura total do reto é a exteriorização da porção final do intestino grosso, o reto, através do ânus.
É uma afecção rara porém incapacitante.
A causa ainda não é completamente esclarecida sobretudo nos pacientes mais jovens. Os fatores de risco para se desenvolver procidência são: sexo feminino, multiparidade, constipação, distúrbios psiquiátricos e afeccções degenerativas musculares do assoalho pélvico.
Uma das mais eficazes formas de tratamento é a operação por via abdominal de fixação do reto ao osso sacro realizada por videolaparoscopia e empregando pontos de fio inabsorvídel.
O presente vídeo ilustra esta operação (retopexia ou promonotfixação do reto) realizada por acesso videolaparoscópico.
Tratamento cirúrgico por vídeo da polipose adenomatosa familiar
A polipose adenomatosa familiar é doença rara e em sua maioria dos casos é de transmissão hereditária.
Trata-se de uma doença sistêmica porém sua principal característica é a presença de pólipos (adenomas) no cólon e no reto desde dezenas até milhares.
Trata-se de uma doença que, quando não tratada, leva ao aparecimento do câncer do intestino grosso em todos os casos devido à degeneração para câncer de um ou de mais dos pólipos que estão presentes no cólon.
O tratamento cirúrgico deve ser oferecido ao paciente acometido quando jovem e sem sintomas com o objetivo de eliminar o risco de câncer.
Todo o intestino grosso e o reto devem ser removidos.
Para o reestabelecimento da evacuação pelo ânus, confecciona-se um novo reto com o íleo (porção final do intestino delgado) e esta assim chamada “bolsa ileal” é costurada ao ânus.
A realização desta operação salvadora por videolaparoscopia é demonstrada neste vídeo. Por videolaparoscopia é possível realizar uma pequena incisão transversal por onde a operação é finalizada e o cólon e o reto são retirados e encaminhados para exame microscópico.
Ressecção de pólipo pediculado do reto
Neste vídeo, observa-se a ressecção endoscópica de pólipo pediculado (adenoma com displasia de alto grau) do reto superior.
Ressecção de lesão de espraiamento lateral do reto
Neste resumo de videocolonoscopia, exibe-se a remoção de uma lesão neoplásica benigna plana classificada como de espraiamento lateral e de localização no reto.
Ilustra-se o uso de coxim salino submucoso que objetiva facilitar a apreensão da lesão pela alça de polipectomia. A lesão foi ressecada pela técnica de fatiamento. Todo o material removido é encaminhado para avaliação anatomopatológica.
A complicação mais importante associada à ressecção endoscópica destas lesões é a recidiva que pode ser tratada por nova ressecção endoscópica.
Tratamento endoscópico da retite actínica com plasma de argônio
A retite actínica é um processo inflamatório que acomete o reto como resultado indesejado da irradiação de órgãos pélvicos por câncer como no caso das mulheres com câncer do colo uterino e para os homens com câncer de próstata.
Muitos casos são assintomáticos porém a principal manifestação clínica é o sangramento pelo ânus.
Uma das opções mais eficazes para o controle do sangramento nestes casos é o tratamento endoscópico.
Neste vídeo, apresentamos o tratamento da retite actínica com plasma de argônio através de colonoscopia. O tratamento envolve a ablação dos diminutos vasos aberrantes que se desenvolvem no reto como resultado do processo inflamatório pela aplicação do plasma de argônio.
O procedimento é realizado após a realização de preparo intestinal comum para a colonoscopia. Uma leve sedação é necessária e não há necessidade de internação.
Os resultados com o tratamento são muito bons e são verificados logo após a primeira sessão. A ocorrência de complicações é baixa e o controle do sangramento é duradouro.
Polipectomia de pólipo pediculado do reto
Neste vídeo, observa-se a ressecção endoscópica de pólipo pediculado do reto.
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